Eu quero uma parte, a que ainda me falta, que não conheço mais já vi nos meus mais lindos sonhos; nas minhas memorias vejo uma vaga lembrança, a lembrança de uma força, de uma vontade, a sua. Uma que me exalta, que me tira do solo com a força de um pensamento amoroso, que me desdenha. Eu quero te encontrar, na fila de um banco, comprando roupas num brechó ou ainda na entrada do elevador e o que ainda me contenta é a certeza de que você existe. Eu te quero pra mim, quero o sexo do seu olho, a verdade dos teus ouvidos, a carência dos teus músculos, a força da tua vontade, quero te fazer meu!
(In)definição: Música, letras, fotos, ecletismo, alegoria, saudosismo, coragem, pensamentos, verdades e falácias, luxúria, ócio, cio, audácia, subjetivismo, cores, paradoxo, maleabilidade, melancolia, literatura, infinitismo, displicência, blasé.
sábado, 12 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Besteira
Cansei-me de leituras, conceitos e dados. De ser austero e triste como consequência. Cansei-me de ver frivolidades levadas a sério e crueldades inimagináveis tratadas com irrelevância, admiração ou absoluto desprezo. Resolvi beber e berimbar antes de desaparecer na terra, ou no fogo ou na imundície ou no nada. Hilda Hilst
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Ordem marcial
Será que a liberdade é uma bobagem?...
Será que o direito é uma bobagem?...
A vida humana é que é alguma coisa
A mais que ciência, artes e profissões.
E é nessa vida que a liberdade tem um
Sentido, e o direito dos homens.
A liberdade não é um premio, é uma
Sanção. Que há de vir.
Mario de Andrade
Rebelde com causa
Um dos grandes problemas da humanidade, e de mim como humano, são os momentos nostálgicos, eles sempre perduram e nos fazem lembrar momentos bons e outros nem tanto.
Lembrei-me da áurea da minha infância, das minhas coleções de gelo cosmos, das brincadeiras de pique esconde, dos meus minicarros, das brigas na escola, da minha mãe me chamando de bebê, de brincar de carpinteiro com meu avô, das viagens com o meu pai, enfim da infância.
Todas as partes da minha infância compactaram em lembranças, porém ainda perdura a pressão de não ser totalmente adulto e nem tão ignorante quanto criança, meus pais e familiares querem reproduzir em mim o que eles são ou o que não conseguiram ser, tentando, de forma inútil, criar um robozinho que obedece, compra, vota, ouve, lê e estuda o que pra eles ou pra sociedade é adequado. De ladainhas como não faça isso ou faça aquilo eu estafei. Agora eu hei de viver o que pra mim é verdade, o que o mundo e a adolescência puberba e promiscua ainda não mudou.
Vou pegar minha jaqueta de couro, meu xadrez e tênis grunge, meu cd de rock, meu violão e vou viver a minha verdade ou o que eu quero transformar em verdade, independente do que as pessoas ou minha família vai pensar, trabalharei, pagarei meus credores, conquistarei fregueses, conhecerei judeus, cristãos, ateus, brancos, negros, azuis e amarelos, heteros ou não. Vou viver do cio, do ócio e do ópio, terei amores e histórias felizes e não me venha com sua cara de semente abortada que já nasce fracassada, que eu não vou mudar de opinião.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Quereres
A saudade me atormenta mais uma vez, ela traz uma melancolia metodicamente exata que me instiga a escrever, e relatar o que tive de melhor. Tive você por um tempo minúsculo - mas meu piscar de olhos ao teu lado é infinito - ainda acredito que um dia seremos um, uma força só, quero ainda incitar teus sorrisos travessos, ainda quero te ouvir dizer que o tempo é infinito se fizermos bom uso dele, ainda quero, contigo, dormir de pernas trêmulas, quero que você apareça, quero estar perto de você e de mim.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Traduzir - me
Uma parte de mim
É todo mundo:
Outra parte é ninguém:
Fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão:
Outra parte é tristeza
e solidão.
Uma parte de mim
Pesa, pondera:
Outra parte
Delira.
Uma parte de mim
É permanente:
Outra parte
Se sabe de repente.
Uma parte de mim
É só vertigem:
Outra parte,
Linguagem.
Traduzir uma parte
Na outra parte
- que é uma questão
De vida ou morte-
Será arte?
Ferreira Gullar
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
(Des)Encontro
Na noite fria que me acolhe
Na tristeza que rebenta
Meu olho te escolhe
Meu amor aumenta
No dia triste que nasce
Minha paixão dissipa
Teu coração me negaste
Meu peito palpita
Numa primavera de flores
Num dia corrido
Perdi o maior dos amores
Meu peito sofrido
Em vibratos cantantes
Do amor vivido
Meu canto dissonante
Um amor esquecido
Ciclo
Desculpa os primeiros cantos de um poeta, uma sabiá ao nascer não traz doçura nos seus cantos de amor.
Trago uma lira sem cordas; um verão, mas sem sol; uma primavera, mas sem flores; uma coroa de folhas, mas sem viço.
Tais cantos saem do coração, de vibratos doloridos que agitam os meus sonhos, de notas que o vento levou e o tempo esqueceu.
São as páginas despedaçadas de um livro não lido...
Agora despido dos véus do misterio do meu amor e da minha solidão, derramar-vos-ei os ultimos perfumes das minhas lagrimas, óh amigos recebei-a no peito e amai-a como consolo de uma alma esperançosa.
Alvares de Azevedo - adaptado
domingo, 25 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Do começo ao - meio - fim
Que não haja obstáculos na união de dois corações sinceros
Que nada impeça: o amor é amor
O amor não se turva em águas turvas
Nem se curva ante a chuva
O amor é uma luz constante que a tempestade não altera
É a estrela de toda nau errante
É estrela de brilho claro
Embora sem matéria
Não é joguete do tempo
Embora a carne sofra o peso da sua foice
Se isso for falso e provado também
Eu não escrevi e nunca se amou ninguém**texto de Willian Shakespeare adaptado ao filme do Começo ao Fim.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Você em três atos
Hora ou outra me pego quase com a mão na cabeça meio que pensando no que eu estou fazendo. Não, não é arrependimento. É como entrar no meio de uma peça ensaiada sem saber as falas. Eu não sei o meu papel exatamente, o que falar ou o que fazer, entende? Se eu for agir por instinto talvez não seja correto. É que por instinto eu iria dizer o quanto senti saudade e como tenho vontade de te puxar e te abraçar bem forte sem te dar a chance de me perguntar o porque disso. Mas ando meio com o pé atrás com essas coisas. Desculpa toda essa insegurança. Desculpa as palavras mal ditas ou que não eram pra ser ditas. Mas a gente se sente assim quando se ama.
Jéssica Barreto
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Basta(nte)
Hoje é um dia melhor, me libertei de caminhos fáceis, me livrei do que me atrasava, o que me resta são dias frios e solitários, mas felizes; pessoas que realmente se importam comigo estão ao meu lado, elas não me apoiam - são minha base - vivo pela consequência de ter que ir, pela ânsia de mudança e inovação, mas sempre os levo. Meu coração? ah! ele que se foda minha cabeça mais do que nunca está bem, isso é o que basta, e quer saber? tenho amigos, eles são bons. Pra que preciso de amor? tenho nos amigos um amor leal, que não trai, que não mente, que é companheiro, que vai comigo sempre onde eu for e que mesmo estando longe sempre aparece e sem eles dear, eu ainda correria atrás de quem não merece e o mais importante, estou feliz e isso me basta.
sábado, 10 de setembro de 2011
Meu mundo é tão feliz contigo
A ti que não conheço escrevo, escrevo querendo te encontrar; escrevo porque você apareceu, porque rapidamente ocupou um lugar que parecia seu desde os séculos primários, escrevo porque a tua incógnita corporal incita, porque o oculto dos teus mistérios trazem à tona sentimentos outrora adormecidos e calejados, escrevo porque me imagino acordando ao teu lado, porque tu tens o que eu procuro, escrevo pra te sentir perto, escrevo porque não consigo falar, escrevo porque eu te quero.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
A quem é, realmente, indispensável
Mas gosto, gosto das pessoas. Não sei me comunicar com elas, mas gosto de vê-las, de estar a seu lado, saber suas tristezas, suas esperas, suas vidas. Às vezes também me dá uma bruta raiva delas, de sua tristeza, sua mesquinhez. Depois penso que não tenho direito de julgar ninguém, que cada um pode - e deve - ser o que é, ninguém tem nada com isso. Em seguida, minha outra parte sussurra em meus ouvidos que aí, justamente aí, está o grande mal das pessoas: O fato de serem como são e ninguém poder fazer nada. Só elas poderiam fazer alguma coisa por si próprias, mas não fazem porque não se vêem, não sabem como são. Ou, se sabem, fecham os olhos e continuam fingindo, a vida inteira fingindo que não sabem. Caio F. Abreu.
domingo, 4 de setembro de 2011
Preciso lembrar de esquecer
Dizem que preciso te esquecer, tentei; pra alguns disse milhares de vezes que não te amava, que a marca que deixastes em mim já tinha se apagado e que o ontem era apenas uma lembrança boa e que no hoje meu coração resplandecia a novidade; tinha outros planos, novas metas - se ainda as tenho não sei - sei que as marcas diminuíram, mas ainda estão grafadas como que com lápis de luz. Mas como te esquecer se de todos os lados me veem lembranças suas? lembranças de quão bom era estarmos juntos, de quão saudável era te ouvir e sentir tuas carícias, ver teus lábios roxos depois de dormirmos juntos. Agora me resta apenas esperar, esperar te esquecer, enquanto existirem folhas ainda há uma esperança e mesmo quando penso que estou me acostumando, quando estou acho que estou te esquecendo, você sempre ressurge inesperadamente e ocupa todos os espaços.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
É impossível ser feliz sozinho
Vi os hoje, estavam lindos, ela sempre levando sua áurea viva que transmite clareza, paz e tranquilidade; ele, como sempre, parecia uma águia mantinha um olhar multifocal, olhava a todos os lados e sob suas asas sua amada sentia-se firme e protegida. Eles amam-se, transem isso no olhar, ele seguro - seguro de que ama, seguro de que não quer perdê-la; ela romântica, de um romantismo simpático e bobo, de uma ingenuidade feliz. Fico feliz ao vê-los, mostra que o amor existe, que ele pode picar qualquer um e não tem contraindicação, em contra partida fico triste por não te ter por perto, por não ser protegido pelas tuas asas, triste por não ser mais um bobo feliz, por ter seguido a razão e ter que suportar sua dor e suas consequências.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Qual a sua escolha ?
A vida é mesmo uma brincadeira, não um teatro como diria Chaplin, precisamos fazer-nos de crianças, elas adoram brincar, pra tolerarmos as perdas, mesmo que as crianças chorem com as perdas, elas esquecem a perda de um brinquedo assim que ganham outro, assim faremos, procuraremos outro brinquedo, outro entretimento; outro beneficio das crianças é zombar de tudo, elas adoram caçoar umas as outras, faça o mesmo, se a vida te derrubou, levante-se, ria e diga pra ela e pra morte que você é capaz, afinal você só tem duas escolhas, ou você se torna capaz ou torce para que os outros não sejam capazes.
domingo, 28 de agosto de 2011
Num futuro pretérito
Queria ter ficado, ter esperado um pouco mais, ter sentido de ti o máximo, queria ainda acordar cedo ao teu lado e dizer: - não amor hoje não quero ir a escola - E consequentemente de impedir de ir ao escritório, só pra ficarmos até as quatorze na cama trocando caricia e nos olharíamos e sorriríamos mesmo sem saber porque, tomaríamos o seu café, comeríamos panqueca e seriamos felizes, afinal nós nunca precisamos de muito para sermos felizes, o nosso amor nos alimentava e dispersava nossa tristeza, a noite prepararia o jantar e ascenderia as velas, tornar-nos-íamos forte depois de comer, ligaríamos pra alguns amigos pra contar que nos casaríamos e adotaríamos dois filhos, um cachorro e um coelho, você sempre gostou de cachorros lembra? Seríamos o modelo de família perfeito, uma parte complementaria a outra e seriamos feliz, teríamos liberdade, claro, nossa liberdade é sempre o que nos prende, porém foi tudo diferente, te perdi; te perdi pra mim, te perdi pro tempo, perdi pro destino, tive que sair e nem me despedir eu pude, despedidas longas são as mais difíceis e eu não teria coragem de dizer adeus, saí como quem vai voltar, agora não sei que quero voltar, te ter não é o mais importante, porém quando penso em alguém é por você que eu fecho olhos e agora eu apenas temo, temo não te ter não e não te achar e o temo que o tempo mude mais uma vez a nossa história.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Inventário
Diante da perplexidade de espirito que fiquei ao ler minúsculos fragmentos de textos de Jack Kerouac resolvi mostrar o meu apresso por tais escritos, a viagem psicodélica que ele fez ao escrever On the road, a bíblia hippie, mas enfim dele aprendi que 'que são os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Ou criadores de casos. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Os que veem as coisas de maneira diferente. Eles não curtem regras. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para frente. E quando alguns os veem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam, porque tudo da vida é um país passageiro.
Retrato real
“Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.”
George Carlin
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Assim caminha a humanidade
Ainda a pouco me surpreendi com um acontecimento, certo cara entrou no ônibus e porque demorou a passar na roleta foi altamente insultado e ainda teve um engraçadinho que disse que ele tinha demorado por ser gay, esse ato na nossa sociedade é crescente, tanto por pessoas comuns e pobres, quanto por pessoas importantes ricas que fazem coisas obscuras pra se manterem em cargos públicos, a nossa sociedade tem se tornado uma porcaria e para o melhoramento é preciso o uso do lema de alguns undergrounds "que se foda essa droga de sociedade", as pessoas se importam com pequenas coisas enquanto milhares de pessoas morrem de fome, milhares de crianças são espancadas e entregues ao crack, mães violentam os filhos e os largam, no lixo, assim que nascem, ao frio, como se não fosse bom fazê-los; as pessoas tem se acostumado a praticas sem pensar nas suas consequências e acabam fugindo como covardes, é isso covardes que fogem de si mesmo e de uma sociedade que se importa mais em julgar o caráter de uma pessoa por sua escolha sexual, suas tatuagens, cor ou religião; PORRA estamos destruindo o mundo, os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres; nossos amigos, irmãos, primos, filhos, pais e até avós estão fazendo uma viagem sem volta ao mundo do crack, a violência e o transito matam mais que o câncer e a AIDS e o que fazemos pra melhorar? NADA, simplesmente ocupamos nossas cabeças em pensar qual roupa de grife vai cair melhor ou como ele é feio, ou ele é preto e, por isso, é burro; assim caminha a humanidade, assim caminhamos e alguns pensam não vou, sozinho, mudar o mundo, realmente você não conseguirá mudar, sozinho, o mundo, mas se cada um mudar a si, o mundo mudará por conseguinte. O pior é que boa parte das pessoas, ao ler esse post, vão ligar mais nos xingamentos que nas pessoas que morrem, nas que são entregues ao crack, na destruição ambiental do mundo, afinal esse é o sistema: vêem-se os piolhos esquecem os elefantes.
domingo, 21 de agosto de 2011
Às minhas melhores partes,
"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.''
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
O que faz o Brasil?
Outro dia uma aula de cultura brasileira foi tratado do que faz o Brasil, Brasil. Fiquei a pensar, depois de um tempo (hoje), com o final da novela global de horário nobre, voltei a interrogação, do que faz o Brasil, a mesclagem cultural do Brasil e a miscigenação sanguínea do brasileiro são de forte influencia pra tanto, mas não precisa de um estudo avançado sobre as culturas mães que formaram a cultura brasileira, pois o Brasil é o samba carioca, a preguiça baiana, a correria paulista, a ignorância do norte, a insignificância econômica do Piauí, isso é o que faz o Brasil, a vontade de sempre enrolar alguém de fazer o que é mais fácil, a troca de uma viagem a uma beleza natural por uma ida na praia mais próxima com a farofinha de ovo ou a farofa de carne seca, tristemente somos isso, isso é o que nos move e alimenta uma politica corrupta e o voto consecutivo aos ladrões, porque afinal é da bosta que povo brasileiro gosta.
Um belo FODA-SE
Enquanto eu achava que levava uma vida sossegada, suprimia minhas vontades e sufocava os desejos que estavam impregnados na minha alma, cheios de uma concupsciência inigualaveis, pois dos anseios da propria consciencia não pude fugir, eles são abominaveis e ferozes. E então depois de muito suprimir-me resolvi fazer tudo conforme os meus anseios, sem medo do que vão pensar ou o que vão falar, eles sempre falam, mas pouco me importa, fazer o que normal nessa sociedade decadente não me atrai, uma sociedade que se diz normal e que pessoas matam e ficam impunes, as pessoas que nós mesmos colocamos no governo são as que mais nos apunhalam e ainda sim colocamos elas lá novamente, sociedade essa em que homens e mulheres matam seus filhos e os escondem ou até dão seus corpos aos cãe famintos, animais esses que agem apenas por seus instintos assasinos e quantos aos outros animais eles fazem apenas movimentos friamente calculados, para matar, roubar e destruir, pois o que eles sustentam é a sua propria morte e proprio passaporte pra um lugar sem volta de dor e sofrimento. Então antes de dizerem pra mim sumir resolvi GRITAR pra todo mundo que não me importo se me considerarem a ovelha negra da familia.
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